Escutar faz bem e foi isso que fiz
durante a última semana. Tirei um tempo, aproveitei as férias e resolvi deixar
falar aquilo que me fazia perder as horas. Dei voz a sentimentos, anseios e à
minha religião. Escutei desde o ombro amigo até as palavras daquele que sabe o
que diz. Parei, refleti, absorvi e ando vivendo.
Das várias coisas que escutei, falou
alto a ansiedade e a inquietude. Escutei o que já sabia, mas que é preciso ser
dito por outrem para que se dê ouvidos. Nesse caso, a cabeça às vezes não dialoga,
grita, resmunga e faz barulho para que se pare e reflita sobre o que fazemos ou
então, deixamos de viver. E foi por isso que me afastei de ruídos para escutar
o que muitas vezes não damos tom e nem condições de se expressar.
Parecem óbvias as conclusões, mas nem
tão dispensáveis.
Não devemos fugir do que acreditamos,
e muito menos, desacreditar.
Clichê, mas desculpas não apagam o que
foi dito, no entanto, significa tentativa para
recomeço.
Se chora sem motivo, se entristece
fácil, é preciso oração.
O que é seu é seu, independente dos tempos, das idas e voltas.
Façamos a nossa parte, mesmo que
ninguém veja. Nem sempre teremos recompensas para boas ações, mas elas precisam ser feitas.
Confie, confie, confie, se você ama e
te faz bem.
Nem tudo é pra sempre, mas tudo que
entra em sua vida tem um propósito.
Saudade se manifesta em sonhos e eu
sonhei bastante essa semana.
Pensamentos negativos não devem
pertencer à gente.
Viva o presente que só assim nos preparamos para o futuro.
E ame, ame, ame, seja quem for, mas da
melhor forma, do melhor jeito e da melhor maneira que pode ser. Para família, amigos, amores e desconhecidos nunca seja mais ou menos, morno ou descrente. Prefira a
intensidade, o calor e o excesso sem jamais esquecer do equilíbrio e da
calmaria.
Voltemos a vida e aproveitemos a oportunidade que nos é dada a cada dia de poder fazer o melhor. Aumentando o som sem deixar de escutar as vozes que nos direcionam e ditam os caminhos
que desconhecemos.






